

É um dia
como outro qualquer, de um ano qualquer.
O céu
apresenta algumas nuvens e uma brisa refrescante alivia o calor da estação.
Mas isso
não faz nenhuma diferença para mim.
Desço do
carro.
Ando
alguns metros e ultrapasso o portão.
Conheço
muito bem o trajeto. Tenho trilhado este mesmo caminho há um ano e meio. Já nem
me dou ao trabalho de observar as pessoas que também circulam por aqui.
Ninguém,
absolutamente ninguém, desvia o meu foco, porque hoje é um dia especial... Um
dia sagrado para mim.
Em
instantes irei encontrar-me com Lara. E os meus pensamentos estão inteiramente
voltados para ela.
Sigo em
frente, com passos seguros, embora internamente esteja trêmulo pela emoção do
encontro.
A cada
vez, tento não deixar transparecer o que eu sinto, mostrando-lhe o quanto sou
forte, como ela sempre me julgou ser.
Entretanto,
é um esforço inútil.
À medida
que meus pés avançam, meus olhos lutam contra a vontade de chorar por ela.
Todos os
domingos eu a visito, pois foi num domingo que tudo aconteceu.
Meu
coração estremece de pesar ao aproximar-me de onde Lara está. Queria tê-la
comigo em casa. Queria tê-la em qualquer outro lugar, menos ali e daquele
modo.
Abaixo-me
para entregar-lhe o pequeno buquê de tulipas brancas que trago nas mãos. São
suas flores preferidas. E não são fáceis de encontrar. Algumas vezes tenho de
percorrer várias floriculturas até achá-las. Mas sempre as trago. Sempre.
E precisam
ser flores naturais, pois ela tinha o costume de encostar o narizinho nas
tulipas à procura de um resquício qualquer de perfume.
Escoro-me
na superfície fria. Cumprimento-a:
– Olá, meu
anjinho, papai chegou.
Não há
resposta. Jamais haverá.
Inclino-me,
esticando o braço para depositar o buquê sobre o túmulo cinzento.
Fico em
silêncio por alguns minutos.
E com os olhos úmidos, aliso a foto da menina de cabelos
castanhos ondulados. Admiro demoradamente o seu rostinho saudoso. Mechas caem
delicadamente sobre os seus ombros. Os olhos são castanhos, luminosos. O
sorriso é doce e terno. Vejo-me nela, pois tem os mesmos traços. O mesmo
desenho do nariz. Um pedacinho meu. Minha parte mais valiosa está enterrada
aqui. Abaixo o rosto, fecho os olhos e faço uma prece.
Em
seguida, ajeito as flores num vaso cimentado na cabeceira da lápide e retiro
as tulipas antigas que deixei no domingo anterior.
Apesar das
longas conversas mantidas em frente ao seu túmulo, em voz alta, ou só para mim,
ainda há muito a ser dito.
O
sofrimento quase me fez desistir de tudo.
Um forte sentimento de culpa me castiga, de domingo a
domingo, tal qual uma sombra ameaçadora seguindo os meus passos. A sombra da
morte. Ah, onde quer que eu vá, uma faca estará cravada em meu peito! E nenhum
esforço farei para retirá-la. Ao contrário, eu próprio a empurrarei mais ao
fundo.
– Perdão,
filha. Preferia ter morrido naquele domingo. Sabe disso, não sabe? Sabe que
papai a ama muito e não para de pensar um dia sequer em você? Foi um instante
apenas em que desviei os olhos, anjinho. Uma fração de segundos. Como isso pôde
acontecer? Era nosso primeiro passeio juntos, sem a mamãe. Apenas nós dois.
Deixei você brincando com sua bola colorida e seu baldinho de areia. Afastei-me
uns passos apenas, para comprar sorvete. Oh, as imagens não me saem da cabeça!
Como pude não pressentir o perigo? O mar parecia tão calmo. Jamais imaginei que
você fosse sair de onde estava, correr para a água atrás de sua bola e ser levada pelas ondas daquele jeito. Eu
me joguei. Eu tentei, filha! Eu tentei! Segurei seu corpinho nos braços e
chamei por socorro, quando não consegui fazer você respirar. Achei que ficaria
tudo bem, mas você tinha engolido muita água. Ah, meu Deus, quando confirmaram
sua morte, gritei desesperado! Perdi o chão. Fiquei sem ar. Não queria acreditar.
Meu peito parecia que ia explodir. Você tinha apenas três anos... E eu fui
incapaz de protegê-la. Não vou me perdoar nunca por ter me descuidado e tirado
os olhos de você.
Respiro
fundo.
Demoro
para me despedir de Lara.
Ergo-me.
Desvio a
atenção para o túmulo ao lado. Coloco o outro buquê de tulipas que trouxe.
Amarelas. Belas tulipas amarelas.
Olho longamente para a foto na sepultura. E uma onda de
saudades atinge o meu peito em cheio. Sylvia. Meu amor desde a universidade. Fecho
os olhos e me transporto para tempos afortunados. Saboreio a sensação dos dias
perfeitos que vivemos. Revivo os nossos risos, as conversas e os silêncios que
diziam tanto. Recordo o dia do nascimento de Lara e a felicidade que
compartilhamos. Penso nos planos que fizemos para uma vida inteira que
viveríamos juntos. E confesso a ela o quanto é difícil estar cheio de amor e
não tê-la viva para amar.
Rezo em
silêncio.
Depois me
despeço.
Saio do
cemitério somente após me acalmar o suficiente para poder dirigir de volta para
casa.
Para elas
a vida findou. Para mim a vida prossegue.
E não há
benefício algum em ser desse modo.
Manter-me
vivo, lembrando dia após dia a pior de todas as lembranças, será o meu
castigo, a minha penitência.
Retorno ao
carro.
Aperto
fortemente as mãos no volante.
Preciso
sentir o domínio sobre algo.
Preciso
ter qualquer coisa sob o meu controle.
Antes de
ligar o motor, meus pensamentos viajam para o instante em que minha esposa
soube da morte da filha.
O rosto
amável de Sylvia desfigurou-se em agonia. Seus gritos ainda ecoam em meus
ouvidos. “Não é verdade! Ela não pode estar morta! Por que deixou o meu bebê
morrer? Prometeu que iria cuidar dela. O que você fez com a minha filha, Jeff?”
Fiquei perplexo, angustiado. Sylvia desmaiou e precisou de
atendimento médico. Quando recobrou os sentidos, recusou meu apoio, descartou
o meu abraço, rejeitou a minha aproximação, tanto naquele instante terrível,
como nos dias seguintes. Nem mesmo a nossa separação, trouxe-lhe conforto.
Mudou-se para a casa dos pais. E seis meses após o falecimento de Lara, Sylvia
foi encontrada sem vida em seu quarto. No chão, um frasco vazio levantou a
suspeita sobre ingestão de comprimidos em excesso.
Através de
autópsia, comprovaram que a causa da morte foi overdose de remédios para
dormir.
Quando eu soube da morte de Sylvia, peguei o carro e saí
dirigindo feito um ensandecido, pisando fundo no acelerador. Transtornado e
cego pelo desatino, perdi o controle da direção, atravessei a pista e bati
contra um poste de concreto. Por pouco não atingi outro carro, ou transeuntes,
causando uma tragédia maior. Sofri cortes na testa, fratura na clavícula e numa
das pernas, ficando quase um mês em coma por conta de um coágulo no cérebro,
causado pelo impacto. Quando abri os olhos e vi onde estava, fui invadido por
uma tristeza profunda.
A vida me
queria vivo, ignorando inteiramente o meu desejo de morrer, para que eu
pudesse pagar pelos meus erros?
Paro de pensar nos fatos do passado. Passo as mãos no rosto e
me olho no espelho do carro. Estou mudado. Onde está aquele Jeff que já fui um
dia? O homem que me encara no reflexo tem um aspecto abatido. É jovem, pois tem
apenas trinta e dois anos, mas apresenta um semblante amargurado e sofrido.
Há poucas esperanças para mim, penso, olhando a figura
refletida. Mas estarei aqui, com buquês de tulipas, no próximo domingo. Eu não
as abandonarei mais. Tampouco virarei as costas para Lara outra vez. E se o que
me falta é um sentido para continuar vivendo, este me parece grandioso o
suficiente.
Ligo a
ignição e me encaminho para casa.
Quinze
minutos depois, passo pela portaria e entro no condomínio.
Trata-se
de um residencial fechado, de alto padrão, com jardim, praça, passeios
arborizados, um lago artificial, bosque de araucárias, trilhas e área verde
preservada.
O ar puro do lugar, sua
tranquilidade, segurança e espaços de lazer em abundância, foram determinantes
na hora de escolher um lugar para morar com a família. Todas as construções são
de dois pisos, com peças espaçosas, ensolaradas, sendo as fachadas revestidas
em tijolos aparentes brancos, em estilo normando, com os telhados inclinados.
É nesta
casa tomada por lembranças que eu resido.
Estaciono.
E não guardo o carro na garagem, pois pretendo sair novamente quando a noite
cair.
Aos domingos, após visitar Lara e Sylvia, costumo jantar numa
cantina no centro da cidade. O proprietário é um amigo antigo e leal. Ângelo.
E sem que eu precise avisá-lo, ele garante a reserva da mesa. É um hábito que
mantenho regularmente. Faz-me bem o movimento do ambiente. O som dos talheres.
O cheiro dos molhos. As vozes animadas. Os rostos corados pelo consumo de vinho
e pelo calor humano.
Costumo
sentar sozinho num canto afastado, tendo uma boa visão das mesas. Enquanto
janto, fico observando as pessoas. Gosto de me alimentar da energia vibrante
que emana delas. Isso me revigora.
De algum
modo, assistir outras vidas vivendo suas vidas, me ajuda a seguir adiante com a
minha.
Assim que
entro em casa, vou direto para a cozinha.
Pego um
copo, encaixo no dispenser da porta do refrigerador e sacio a sede com a água
gelada.
Olho pela
janela e avisto a edícula ao fundo, onde mora Adélia e seu marido Joel.
Adélia é a
cozinheira e ajudante nos serviços da casa. Joel cuida do jardim, faz pequenos
reparos e auxilia a esposa com as compras no supermercado.
Aos domingos, eu os libero para aproveitarem uma folga
merecida. Sem filhos, com familiares morando próximos daqui, eles costumam sair
para visitar os parentes ou fazerem passeios, retornando somente ao anoitecer.
Adélia deixa o almoço pronto para mim, bastando apenas colocá-lo no
micro-ondas.
Ainda é
cedo.
Tomarei
uma ducha e descansarei um pouco.
Só mais
tarde sairei para jantar.
Subo em
direção ao segundo piso. E quando passo em frente ao quarto de Lara, paro.
Passo a mão na madeira da porta, como se fizesse um carinho em minha filha. Não
há mais nada ali. O cômodo foi esvaziado. Liguei para uma instituição de
caridade e doei a mobília e todos os brinquedos.
Exceto por
um porta-retratos, acomodado no aparador da sala de jantar, em que estamos os
três juntos felizes, não existe nenhum sinal de Sylvia e Lara por toda a casa.
Cada objeto pertencente a elas foi removido. Mantê-los, seria um tormento.
E de
tormentos, a minha mente já está repleta o suficiente.
O quarto
do final do corredor, onde vivi com Sylvia os meus momentos mais intensos e
prazerosos, encontra-se remodelado.
A
decoração anterior misturava o branco e o laranja, em cores vibrantes, bem ao
gosto de Sylvia. Agora, predominam o preto e o cinza, cujos tons são fechados e
frios, como eu.
Tomo
banho. Puxo da gaveta do closet uma bermuda jeans e uma camiseta branca de
mangas curtas. Visto-as.
Nesse
instante, o celular toca. Olho a identificação da chamada e o nome no visor não
me faz ter vontade de atender. Milton Weber. Deixo tocar. Outra hora falarei
com meu pai. Ele sabe que aos domingos não me disponho a falar com ninguém.
Guardo o
celular no bolso. Sento-me na poltrona do quarto, pensativo. E se o assunto
for importante? Sou vice-presidente na seguradora da família. E meu pai
administra os negócios, sem ligar para os dias da semana.
Seja como
for, hoje é um dia para ser respeitado. Já o alertei sobre isso. Amanhã nos
veremos no escritório, então eu...
Nisso, uma
rajada de vento faz abrir a porta-janela da sacada, que deveria estar mal
fechada, fazendo a cortina flutuar e enrolar-se num vaso de plantas próximo.
Preparo-me
para ajeitar a situação e surpreendo-me com a mudança no tempo.
O céu
escureceu de repente.
Parece
noite lá fora. E são apenas dezoito horas.
A brisa de
antes, deu lugar a ventos fortes. Irá chover em breve, ao que tudo indica.
Um
relâmpago corta o céu, seguido de um trovão.
E no mesmo
instante, escuto um grito. Fico em dúvida se foi isso mesmo, por conta da
trovoada. Olho para fora e não vejo nada de estranho. As ruas do condomínio
estão desertas.
Assim,
julgando tratar-se de um engano, levo as mãos para empurrar a porta, quando um
som agudo rasga os ares e me faz ter certeza de ter ouvido corretamente.
Outro
grito.
Sim. Desta
vez escuto nitidamente.
É alguém
pedindo socorro. E é uma voz de mulher.
Minha
impressão é de que o som veio do bosque, localizado no outro lado do lago
artificial.
Num
impulso, saio para acudir quem está pedindo ajuda.
Descalço,
sem pensar em nada, desço a escada correndo.
Chego na
rua e disparo pelo caminho de pedras, em direção aos arvoredos.
[...]
>COMPRAR O LIVRO< >CURTIR A FANPAGE DO LIVRO<
O livro está na BIENAL do Rio, Pavilhão Verde, Rua N, Stand 10,
Editora Selo Jovem. Perto do Fim e O medo de Virgília.
TÍTULO: Perto do Fim - AUTORA: Rosa Mattos
EDITORA: Selo Jovem - PUBLICADO EM: 2017
PÁGINAS: 246 - CAPÍTULOS: 30
CATEGORIA: Romance, drama, suspense
OBS.: Entregas somente no Brasil.O livro está na BIENAL do Rio, Pavilhão Verde, Rua N, Stand 10,
Editora Selo Jovem. Perto do Fim e O medo de Virgília.
Olá Rosa, td bem?
ResponderExcluirEstou passando aqui pra te desejar uma linda semana! Depois volto com mais calma para ler o primeiro capítulo do seu livro. Vc é uma excelente escritora e tem ótimas histórias pra nos contar.
Beijos
oi Alécio, muito obrigadaa!
ExcluirÓtima semana pra você também.
Beijos/
Gostei muito do início, será que vai dar para o adquirir aqui em Portugal? Talvez como ebook...
ResponderExcluirum beijinho
Gábi
oi Gábi, obrigada. Ainda não tem distribuição do livro físico para o exterior, nos sites onde ele está sendo vendido, mas ele também está a venda em formato digital na Amazon. Veja se é possível baixar. Vou passar o link:
Excluirhttps://www.amazon.com.br/Perto-do-Fim-Rosa-Mattos-ebook/dp/B0117NO7MU
Beijos/
Rosa, boa tarde, como vai?
ResponderExcluirVocê nos presenteou com uma maravilha querida, obrigada!!
Que espetáculo de texto e história: fiquei completamente tomada...
Sua narrativa é detalhada e ao mesmo tempo frenética! AMEI!!
Fiquei absolutamente emocionada com uma história tão triste, a princípio, e que deve ter ramificações grandiosas!! Impossível não querer ler toda a sua obra!! Parabéns Rosa!!
Um grande beijo!!
Maravilhosa semana! :)))))
Boa tarde, Adriana. Fico muito contente com as tuas palavras. Obrigada! E que bom saber que o primeiro capítulo despertou sua curiosidade. Espero que você tenha oportunidade de ler Perto do Fim. ♥ Beijoss. Ótima semana.
ExcluirOi, Rosa!
ResponderExcluirJá disse que sentia falta dos seus textos?
Tenho certeza que esse livro será um sucesso! Adorei esse capítulo!
Beijos! =)
Que bom!!! Muito grata, Nadine. ♥ beijos
ExcluirImpossível ficar indiferente ao seu conto, à envolvência das personagens da história! Gostei muito. Bj
ResponderExcluirFico feliz por isso. Muito obrigada, Célia! ♥ beijos
ExcluirVou espreitar na Amazon
ResponderExcluiroi Pedro, valeu!
ExcluirOi, Rosa, mas que triste, tive de me segurar, amiga! Muito bem narrado, você é demais!!! Que bela criação, e quando nos colocamos no lugar do personagem a coisa fica 'difícil'...
ResponderExcluirComo assim, dá pra espreitar no Amazon?
Beijo!
Olá Tais, tentei transmitir o máximo de realismo para o leitor se conectar com o sofrimento de Jeff Weber. Que bom que consegui passar veracidade e emoção. Obrigada!
Excluir*Num comentário aqui eu passei o link da Amazon. Com a expressão "espreitar", entendi que o amigo Pedro Coimbra quis dizer que iria lá na Amazon conferir. rs
Beijoss/Grata pelo carinho de sempre, amiga. ♥
Rosa me surpreendi positivamente com o 1º capítulo de "Perto do Fim - degustação". Rosa, tu sabes contar uma história com grande competência. Mas vejo que não se trata apenas da forma Junto à técnica vem a criatividade que diz bem do grande talento que tens. Uma história que aos poucos nos coloca no centro dos "acontecimentos". Um desdobrar trágico. A família desfaz-se. Primeiro um descuido fatal, depois a mulher renuncia à vida. O que pode mais fazer o homem que foi marido e pai? Muda a decoração da casa, elimina lembranças; na cantina, solitário, mas em meio às outras pessoas, cria forças "vendo" vida nas outras pessoas, na agitação normal do local que frequenta com regularidade. Parabéns Rosa, uma bela história escrita por que tem o dom de contar histórias.
ResponderExcluirUm grande abraço.
Pedro
Pedro, fico muito grata por suas palavras. Não é fácil capturarmos o interesse do leitor nas primeiras páginas e saber que consegui instigar sua curiosidade e surpreendê-lo positivamente me deixa muito satisfeita. Obrigada!
ExcluirAbraços/
Sempre bom ler teus escritos, Rosa! Tu escreves maravilhosamente!
ResponderExcluirTô resgatando meus contatos.
Bjs,
NEL
Nel, querida, obrigada! ♥
ExcluirEstou feliz com o teu retorno!
bjss
Absolutamente maravilhosa essa "degustação"...!
ResponderExcluirJá estou providenciando meu exemplar...!!!
Obrigado, escritora!!!!!!!!!
Poxa, fico imensamente agradecida! Obrigadaaa!!!
ExcluirRosa minha querida
ResponderExcluirA tua competência na escritura nos envolve como uma teia e quando nos apercebemos estamos degustando com paixão cada etapa da história e o desejo de conhecer mais entra em erupção... uma ruptura! Belíssimo minha amiga
Beijos no core minha querida
Olá Gracita, uma satisfação pra mim saber que a leitura do primeiro capítulo foi instigante e despertou seu interesse. Fico feliz! Muito obrigada, amiga. ♥ bjs
ExcluirOla Rosa, quanto talento,fiquei impactada com a narrativa,este livro o promete, se o primeiro cap tocou o coração do leitor, imagine o livro.Parabéns.bjs.
ResponderExcluirOla Rosa, quanto talento,fiquei impactada com a narrativa,este livro o promete, se o primeiro cap tocou o coração do leitor, imagine o livro.Parabéns.bjs.
ResponderExcluirOlá Rosa, grande escritora. Amo seus livros, atualmente estou fora da sala de aula estou na biblioteca e indico aos meus alunos. Parabéns! Sucesso. Seguindo seu blog.Caso deseje conhecer os meus será um grade prazer. Abraços
ResponderExcluirhttp://professoralourdesduarte.blogspot.com.br/
http://lourdesduarteprof.blogspot.com.br/
https://filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com.br/
Uma história com um início, tocante... que nos agarra por completo, assim que nos inteiramos um pouco mais do seu enredo...
ResponderExcluirMuitos parabéns, Rosa! Belíssimo trabalho!... Espero que um dia, seus livros cheguem por aqui, a Portugal...
Finalmente passando por aqui, após longos meses de ausência!... O segundo semestre de 2017, foi particularmente atribulado, com sucessivos problemas de saúde da minha mãe, o que me condicionou o meu tempo, para visitar todos os blogs amigos, conforme gostaria... pelo que estou voltando aos pouquinhos, na medida da minha disponibilidade de tempo... e como ainda não tinha tido oportunidade para tal... aqui ficam os meus desejos, de um excelente 2018, com muita saúde, afectos, motivos para sorrir... e muitos projectos literários, para concretizar!...
Tudo de bom! E o maior sucesso, para este seu livro... que adorei, pelo que li!...
Beijinhos
Ana